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sábado, 14 de julho de 2012

Roubo de carros antigos

Esta notícia eu acabei de ler no Estadão, e o link é este aqui.

Carros antigos são os novos alvos dos ladrões
Como as peças desses carros não tinham número de série, podem ser revendidas para colecionadores sem que eles conheçam sua real procedência
14 de julho de 2012 | 10h 59

Segundo a reportagem de Diego Ortiz, do Jornal da Tarde, as relíquias têm destino certo: o desmanche, para que as peças possam ser vendidas a colecionadores de carros.
Para quem gosta de carros antigos, assim como eu, essa é uma notícia alarmante.
É muito triste saber que aquele seu objeto de desejo, aquela relíquia de família, aquela máquina cuidada com tanto carinho e zelo, pode ser roubada a qualquer momento, e as chances de recuperá-la são praticamente nulas.
E mais triste ainda é saber que um pedaço da história automobilística, que tem um valor sentimental imensurável, será simplesmente desmontado, para alimentar um mercado muitas vezes clandestino.
Para mim, é claro que os mesmos que compram peças hoje serão as vítimas de amanhã, pois bandidos farejam suas vítimas instantânea e implacavelmente.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Dia do Rock 3

Duas comemorações extremamente importantes numa só semana, e das quais eu gosto muito: primeiro, no dia 10, terça-feira, o Dia da Pizza; e, agora, numa sexta-feira, 13, o Dia Mundial do Rock. Portanto, eu digo que esta foi uma excelente semana.
Já falei do rock em vários posts aqui no blog, sendo que dois deles estão aqui e aqui.
Pessoas são diferentes, têm gostos diferentes, e assim há quem não goste deste estilo musical.
Bem, é claro que gosto não se discute. Apenas lamenta-se.
Sou um daqueles que defendem o rock não só como música, mas como um "modo de vida", descontraído, alegre, sociável, plural.
Há os que se excedem, mas em todos os tempos, lugares e sociedades houve, há e haverá quem "enfia o pé na pantufa de jaca", com pompa e circunstância. A moderação é uma virtude fundamental, que infelizmente poucos dominam com maestria. Para alguns, é natural; para outros, o treino constante leva a esse domínio. E no estilo rock de viver, a moderação faz parte do kit básico.
Amigos Roqueiros, vamos comemorar o nosso dia com moderação, e com tolerância e respeito pelos demais estilos musicais. Eles não sabem o que estão perdendo por não virem para o nosso lado da Força.
Rock'n'Roll!! Live long and prosper!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

E ontem foi o Dia da Pizza

Amigos, ontem eu deveria ter postado algo sobre o Dia da Pizza, mas as performances sociais (quer saber mais sobre elas? É só pesquisar aqui no blog) me impediram. Saí direto do trabalho e fui a um sarau em homenagem aos 100 anos do rei do baião, Luiz Gonzaga, e cheguei tarde. Resultado: banho e cama, sem escalas digitais.
Mas agora seguem algumas notas sobre o tão falado dia em questão.

Segundo Saul Galvão, em seu blog no Estadão, http://blogs.estadao.com.br/saul-galvao/dia-da-pizza/, o dia da pizza foi criado em 1985, pelo então secretário municipal de turismo de São Paulo, Caio Pompeu de Toledo.
Após um concurso realizado entre as pizzarias da cidade de São Paulo, foram escolhidas as melhores pizzas de mussarela e marguerita. O concurso encerrou-se no dia 10 de julho, data que foi oficializada como Dia da Pizza.
Após algumas pesquisas, descobri que a origem desse prato não é a Itália. A história teria começado com os egípcios e os gregos, e somente depois de alguns séculos chegou à bota europeia, que a adotou e difundiu.
Para mais informações, o link da Wikipedia é este. http://pt.wikipedia.org/wiki/Pizza
Por aqui, enquanto engordamos mais alguns gramas saboreando este item fundamental da minha dieta, vamos observando como o país vai se tornando um dos maiores produtores de pizza do mundo.
O cheiro do orégano se espalha pelos quatro cantos, pelos quatro elementos, pelos três poderes e pelos três níveis federativos.
Grandes fornos são acesos, cuidados e mantidos pelas autoridades e pelos mansos cidadãos da República da Banânia, durante os 365 dias do ano, 24 horas por dia.
Nunca antes na história da culinária se produziu tanta pizza.
É só escolher o seu sabor predileto e comemorar.

domingo, 8 de julho de 2012

Homenagem merecida

Não assisti à partida toda, mas o pouco que vi, valeu (cheguei em casa na metade do quarto set).
Ele é, sem dúvida, um dos maiores nomes do tênis mundial de todos os tempos.
Seu nome: Roger Federer. Feito de hoje: heptacampeão do torneio de Wimbledon.
Certamente ele será reverenciado junto a outros de igual grandeza, tais como Rod Laver, Bjorn Borg, Jimmy Connors, Boris Becker, Ivan Lendl, Andre Agassi, Pete Sampras, Gustavo Kuerten, para falar somente alguns da ala masculina.
Muitos pensaram que ele, por "já" ter 30 anos, estaria no final da carreira e, apesar de ter muita técnica, não mais teria a garra necessária para ganhar um torneio do Grand Slam, ou para voltar ao topo do ranking.
Nestas duas últimas semanas, ele provou que os "especialistas" (sempre eles... Para quem quiser pesquisar, já falei sobre essa distinta categoria em vários posts aqui no blog), mais uma vez, podem errar feio. Foi campeão, e voltará a ser número 1 do ranking da ATP. Quanto tempo permanecerá no topo, isso não sabemos, pois Djokovic e Nadal estão nos seus calcanhares, a poucos pontos de distância.
É isso que faz com que o tênis seja interessante, apesar de não termos mais os tenistas que jogavam na base do saque-e-voleio, duelando com os tenistas de fundo-de-quadra. Hoje é praticamente uma unanimidade: preparo físico de maratonista, montanhas de músculos, saques potentes e golpes fortíssimos desde a linha de base, com poucas subidas à rede. Mas as longas trocas de bola são legais.
Mas chega de falatório. Aí vai uma imagem do grande campeão, tirada por Leon Neal, da AFP, e que eu tirei do Estadão, aqui.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Oração do Rock

Essa eu vi lá no Facebook, e trouxe para cá com apenas uma pequena modificação, que não altera em nada o sentido geral da coisa.
Deve ser rezada por todo roqueiro que se preze.

Rock nosso que estais na veia
Muito escutado seja o vosso solo
Venha a nós o riff inteiro
Seja feito barulho à vontade
Assim em casa, como nos shows
Música boa de cada dia nos dai hoje
Perdoai as nossas loucuras
Assim como nós perdoamos os pagodeiros com aquelas músicas horríveis
Não nos deixeis cair em sertanejo
E livrai-nos de todo o axé
Amém

Mas lembre-se, meu caro amigo/leitor/internauta roqueiro: use-a com moderação, pois quanto mais a gente reza, mais assombração colorida aparece.

terça-feira, 26 de junho de 2012

A cebola - um caso de amor e ódio

A cebola é uma daquelas coisas da vida que desperta amores e ódios.
Há os que a amam, e não sabem como a culinária poderia existir sem ela na preparação dos pratos. E há os que simplesmente a odeiam com todas as suas forças. Parece-me que, com ela, não há neutralidade possível.
Bem, faço parte do primeiro grupo. Adoro cebola, e pode ser frita, à milanesa, assada na brasa, no bife, na salada, com quibe...
Na semana passada fui almoçar num daqueles restaurantes com comida por quilo, sempre cheios, em que nos sentimos felizes quando conseguimos encontrar um lugar para sentar.
Fiz o meu prato, e nele constava uma carne acebolada, claro...
Sentei-me, iniciei a refeição e, depois de alguns minutos, um rapaz sentou-se na minha frente. Notei que ele empreendia uma busca em sua comida, analisando detidamente cada centímetro quadrado ao alcance de seus olhos. E começou uma operação meticulosa de retirada, para a beirada do prato, de cada mísero pedaço de cebola que encontrava.
Vários minutos de se passaram. A cada garfada, mais um pedacinho era encontrado e devidamente deslocado. Terminei meu almoço e levantei-me, a tempo de notar a enorme quantidade de cebola acumulada, apesar de ele ainda estar na metade do prato. Aquela "luta" ainda iria demorar longos minutos...
Sei que esse martírio se repete milhões de vezes ao dia, em todo o mundo. Enquanto eles brigam com a cebola, a comida esfria.
Se você quiser saber mais sobre esse bulbo amado e odiado, pode acessar a Wikipedia aqui. Tem esta página sobre o seu poder de cura, aqui. Talvez prefira receitas com cebola, aqui. Ou esta página sobre a Festa Nacional da Cebola, aqui.
Está bem! Está bem! Chega de falar de cebolas. Não precisa chorar!
Ah! Já ia me esquecendo! Tem outra coisa que também desperta amor e ódio: o alho! Mas dele eu falo outro dia.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Mais um ano se passou...

No dia 14 completei mais um ano de vida. Instalei-me confortavelmente nos 4.7. Já virei o Cabo da Boa Esperança, a caminho da segunda metade.
Desde o post equivalente anterior (aqui), muita coisa aconteceu. Mudança de cidade, mudança de emprego, novos amigos, novas experiências, novos estudos, novas perspectivas, enfim, uma nova fase.
Mas muita coisa permanece: os velhos amigos, as lembranças, minha mulher, minha cachorra rsrsrs!!
Brincadeiras à parte, tenho que considerar que cheguei aqui graças a todos os que me ajudaram ao longo desses anos, de uma maneira ou de outra, quer seja nos bons momentos, quer seja nos maus.
Ainda ontem estava "conversando" com um velho amigo que reencontrei graças ao Facebook. Até que essa tal "rede social" serve para alguma coisa.
Moramos na mesma república durante a Universidade. Terminamos, aos trancos e barrancos, o curso de engenharia. Só quem cursou sabe do que estou falando. A vida nos separou. Cada um seguiu seu destino. Moramos em diferentes cidades, e tivemos vários empregos. Os anos se passaram, sem qualquer contato. E, no final de um domingo, pouco antes de irmos dormir para um breve descanso antes de mais uma semana de trabalho, reencontramo-nos virtualmente.
Relembramos os "velhos tempos", as muitas noites de estudo, a descontração dos jogos de baralho e das brincadeiras (nem fazíamos ideia de que aquilo, um dia, seria demonizado e chamado de bullying...). E falamos sobre como a convivência e o apoio mútuo naquele período, aliados à experiência acadêmica, ajudaram a moldar nosso caráter e a nos preparar para o que viria. Concordamos num ponto essencial: tudo isso permitiu que nos tornássemos pessoas melhores, mais preparadas, mais conscientes. Se não fosse assim, os rumos poderiam ser outros, e o fim da história poderia ser mais triste. Felizes os que podem contar com a família e com os amigos, não só nos momentos alegres, mas também nos momentos tensos.
Trocamos telefones, e já combinamos uma conversa real, regada a uma(s) cerveja(s), para novamente selarmos nossa amizade, depois de tantos anos. Certamente outras histórias surgirão do fundo do baú das memórias, para alimentar outras postagens.
E por falar em amigos, tenho que agradecer aos que se lembraram da data e me cumprimentaram, tanto no mundo virtual, quanto no mundo real. Graças ao Grande Arquiteto, que é Deus, foram muitos. Espero que eles possam continuar se lembrando, até porque o Facebook se encarrega disso, não é mesmo?

terça-feira, 5 de junho de 2012

Mais um dia mundial do meio ambiente

Entra ano, sai ano, e precisamos voltar ao tema. Mais uma vez chegamos ao Dia Mundial do Meio Ambiente, "comemorado" hoje, dia 5 de junho.
Dessa vez não tivemos tsunami, e nem outra Fukushima, mas tivemos finalmente a votação do novo código florestal. E em breve teremos a tal Rio+20.
Os chefes de estado virão, com seus séquitos de aspones, e farão discursos quase vazios, repetindo clichês e chavões, pregando algo que nunca farão. Serão horas e mais horas de discussões, de relatórios, de trabalhos, de conferências, tanto do lado oficial, quanto do lado extra-oficial.
Haverá grupos de radicais, de alternativos, de neo-hippies, de capitalistas, de liberais, de neo-liberais, de conservadores, de... Bem, serão grupos para todos os gostos.

Uns dirão que o aquecimento global é algo real, outros dirão que é balela. Questionarão o tamanho do buraco na camada de ozônio, e a perda das florestas tropicais. Dirão que a China não pode mais crescer no ritmo em que está. Afirmarão que o padrão de consumo dos EUA não pode permanecer nos patamares atuais. E blá, blá, blá...

O discurso, no final, parecerá afinado, mas mostrará claras discordâncias, com mais dúvidas do que certezas. Haverá as tradicionais críticas ao padrão insustentável de consumo, à produção a qualquer custo, ao capitalismo predatório, etc.
Enfim, mais do mesmo.
Já vi esse filme. O final é previsível. Aguardem a Rio+30. Quero estar errado, mas adianto que não deve haver grandes novidades até lá.
Continuamos a não ter o que comemorar.

domingo, 3 de junho de 2012

Começando a discussão

Há alguns dias falei sobre o Dia Nacional do Respeito ao Contribuinte, "comemorado" em 25 de maio.
E hoje li na Folha, aqui, a seguinte notícia:

03/06/2012 - 06h00
Empresa gasta mais para provar que paga tributo corretamente
Reportagem de Gustavo Patu, de Brasília, e Cláudia Rolli, de São Paulo.


Destaco a última frase da reportagem: "Um empresário do setor siderúrgico relatou ao governo que, na filial do Canadá, só um profissional cuida do pagamento de impostos. No Brasil, são cem."
Temos, além da Constituição, milhares de leis, decretos, instruções normativas, portarias e assemelhados, nos três níveis da federação, para "regular" a cobrança de impostos, taxas, contribuições e afins.
Você já parou para pensar que nosso "Sistema Tributário" é um verdadeiro cipoal jurídico, que demanda dezenas, às vezes centenas de pessoas numa mesma empresa, somente para cuidar do pagamento dos impostos?
Como isso tudo é algo insano e indecifrável para qualquer mortal, seja pessoa física ou jurídica, precisamos gastar ainda mais do nosso suado dinheiro na contratação de um batalhão de contadores e advogados para que possamos andar dentro da lei. E, mesmo assim, estamos sujeitos a sermos questionados e multados.
Enfrentamos algo como PPP: piti, pito e pato. O governo "descobre" que fizemos algo errado, tem um piti, nos passa um pito, chamando-nos para as devidas explicações (muitas vezes judicialmente), e nós acabamos pagando o pato.
Gostaria de saber quando os governos vão realmente nos respeitar, e simplificar todo o ordenamento jurídico tributário?
Infelizmente, sinto que muito tempo ainda se passará antes de vermos isso acontecer.
Pense nisso, meu caro amigo/leitor/internauta.
Tenha uma boa semana. E aproveite, pois agora você pode trabalhar para si mesmo. Já cumpriu a sua cota para sustentar seu maior sócio.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Pai desnaturado 2, a missão

Mais uma vez eu me esqueci... No 1º aniversário já havia acontecido. É só olhar aqui. E agora, de novo...
Em 12 de abril meu blog completou 2 anos de existência.
Foram muitas postagens e vários comentários. Consegui até agora cinco seguidores (espero que fiéis). E as vizualizações têm aumentado bastante nos últimos tempos.
Pelo menos até agora, ninguém reclamou. Ao menos abertamente, claro.
Acredito que tenho agradado. Tenho feito o possível para cumprir o prometido lá no início, que foi manter o bom humor e o nível das postagens.
Já me penitenciei pelas minhas ausências um tanto quanto prolongadas, mas é por uma boa causa. Eu já havia declarado que estava fazendo uma pós-graduação, mas preciso confessar algo a vocês: não é só a pós. Tem também uma graduação a distância.
Vocês poderiam me perguntar: mas não é muita coisa junta? Sim, é. Tudo ao mesmo tempo agora. O tempo não para. E a cabeça também não. Ainda bem que o semestre está acabando. Preciso descansar um pouquinho, pois ainda tem mais, muito mais nos próximos três semestres.

Volto a dizer que farei o possível para postar com mais frequência. Não quero perder a companhia de vocês, a quem agradeço de coração pelas visitas.
Mas, uma vez desnaturado, sempre desnaturado. Só espero que não vire rotina.
Vamos comemorar o segundo aniversário do blog. Sirvam-se!
A imagem eu tirei daqui.