Recebi agora há pouco uma mensagem, cujo texto reproduzo.
Sei que ela circula pela rede, mas não sei sua origem.
Só sei que dei boas risadas.
O Brasil sediará a Copa de 2014. Como muitos turistas de todo mundo estarão por aqui, é imprescindível o aprendizado de outros idiomas (em particular o inglês) para a melhor comunicação com eles.
Pensando em auxiliar no seu aprendizado, foi formulada uma solução prática e rápida!!
Chegou o sensacional e insuperável curso "The Book is on the Table", com muitas palavras que você usará durante a Copa do Mundo de 2014.
Veja como é fácil!
a) Is we in the tape! = É nóis na fita.
b) Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara.(essa é SEN-SA-CI-O-NAL!!!!!)
c) I am more I = Eu sou mais eu.
d) Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?
e) Not even come that it doesn't have! = Nem vem que não tem!
f) She is full of nine o'clock = Ela é cheia de nove horas.
g) I am completely bald of knowing it. = Tô careca de saber.
h) Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!
i) I will wash the mare. = Vou lavar a égua.
j) Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!
k) If you run, the beast catches, if you stay the beast eats! = Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!
l) Before afternoon than never. = Antes tarde do que nunca.
m) Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.
n) The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!
o) To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.
Gostou?
Quer ser poliglota?
Na compra do "The Book is on the Table" você ganha inteiramente grátis o incrível "The Book is on the table - World version"!!!
Outras línguas:
CHINÊS
a) Cabelo sujo: chin-champu.
b)Descalço: chin chinela.
c) Top less: chin-chu-tian.
d) Náufrago: chin-chu-lancha.
f) Pobre: chen luz, chen agua e chen gaz.
JAPONÊS
a) Adivinhador: komosabe.
b) Bicicleta: kasimoto.
c) Fim: saka-bo.
d) Fraco: yono komo.
e) Me roubaram a moto: yonovejo m'yamaha.
f) Meia volta: kasigiro.
g) Se foi: non-ta.
h) Ainda tenho sede: kiro maisagwa.
OUTRAS EM INGLÊS:
a) Banheira giratória: Tina Turner.
b) Indivíduo de bom autocontrole: Auto stop.
c) Copie bem: copyright.
d) Talco para caminhar: walkie talkie.
RUSSO
a) Conjunto de árvores: boshke.
b) Inseto: moshka.
c) Cão comendo donut's: Troski maska roska.
d) Piloto: simecaio patatof.
e) Prostituta: Lewinsky.
f) Sogra: storvo.
ALEMÃO
a) Abrir a porta: destranken.
b) Bombardeio: bombascaen.
c) Chuva: gotascaen.
d) Vaso: frask.
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Obrigado pela visita, e volte sempre que quiser!
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terça-feira, 14 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Teia de Aranha - Especial
A Teia de Aranha de hoje é especial.
Quem é mais experiente deve se lembrar da seguinte narração:
"O espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de cinco anos, para exploração de novos mundos, para pesquisar novas vidas, novas civilizações... Audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve".
No YouTube você pode ouvir a abertura, com dublagem feita pela AIC São Paulo, aqui.
Esta é minha homenagem a este clássico da ficção científica. Literalmente, um verdadeiro universo a ser explorado.
A notícia no Estadão aqui:
Há 44 anos, começava a Jornada nas Estrelas
por Carlos Orsi
Seção: Dia-a-dia
História
10.setembro.2010 08:27:52
Sou um fã dessa série. Lembro-me de ter assistido a quase todos os episódios, e também aos primeiros filmes.
Só não gostei das séries derivadas. Penso que sou um conservador saudosista.
Assisti ao último filme, Star Trek, de 2009, dirigido por J. J. Abrams, em DVD. Foi muito bem feito. Na Wikipedia há uma página sobre ele, aqui.
Há várias páginas na rede que falam sobre este fascinante universo trekker.
Este é o link da Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornada_nas_estrelas
Há também o http://www.trekbrasilis.org/
Seguem três fotos, uma pequena amostra do que se pode garimpar na rede.

A tripulação da NCC-1701 - USS Enterprise (não sei qual é a fonte original, pois muitos sites têm a mesma imagem; foi tirada do www.minhainfancia.com.br).

A nave mais famosa da ficção científica. Dispensa maiores apresentações. Imagem tirada do ultradownloads.uol.com.br (é só buscar wallpaper de Jornada nas Estrelas).

A tripulação no filme A Ira de Khan, e foi tirada de www.trekkercultura.com.br.
São muitas imagens disponíveis na rede. O difícil é escolher quais devem ser mostradas. E esta é uma escolha pessoal de cada trekker.
Quem é mais experiente deve se lembrar da seguinte narração:
"O espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de cinco anos, para exploração de novos mundos, para pesquisar novas vidas, novas civilizações... Audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve".
No YouTube você pode ouvir a abertura, com dublagem feita pela AIC São Paulo, aqui.
Esta é minha homenagem a este clássico da ficção científica. Literalmente, um verdadeiro universo a ser explorado.
A notícia no Estadão aqui:
Há 44 anos, começava a Jornada nas Estrelas
por Carlos Orsi
Seção: Dia-a-dia
História
10.setembro.2010 08:27:52
Sou um fã dessa série. Lembro-me de ter assistido a quase todos os episódios, e também aos primeiros filmes.
Só não gostei das séries derivadas. Penso que sou um conservador saudosista.
Assisti ao último filme, Star Trek, de 2009, dirigido por J. J. Abrams, em DVD. Foi muito bem feito. Na Wikipedia há uma página sobre ele, aqui.
Há várias páginas na rede que falam sobre este fascinante universo trekker.
Este é o link da Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornada_nas_estrelas
Há também o http://www.trekbrasilis.org/
Seguem três fotos, uma pequena amostra do que se pode garimpar na rede.

A tripulação da NCC-1701 - USS Enterprise (não sei qual é a fonte original, pois muitos sites têm a mesma imagem; foi tirada do www.minhainfancia.com.br).

A nave mais famosa da ficção científica. Dispensa maiores apresentações. Imagem tirada do ultradownloads.uol.com.br (é só buscar wallpaper de Jornada nas Estrelas).

A tripulação no filme A Ira de Khan, e foi tirada de www.trekkercultura.com.br.
São muitas imagens disponíveis na rede. O difícil é escolher quais devem ser mostradas. E esta é uma escolha pessoal de cada trekker.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Palavra do dia
A palavra do dia é:
Chicana sf.
1 Jur. Ação ou resultado de impedir ou dificultar o andamento de um processo, com argumento ou questão irrelevante, ligada a aspectos técnicos ou a sutilezas e detalhes das leis;
2 Uso abusivo, distorcido, das formalidades, tecnicidades e sutilezas próprias ao funcionamento da justiça ou, p.ext., de outras instituições e atividades;
3 P.ext. Argumentação ou contestação ou outra ação judicial feita com má fé; qualquer astúcia ou trapaça em litígios judiciais: Um advogado que abusa das chicanas;
4 P.ext. Ação capciosa, manobra de má-fé; ardil; fraude; tramoia; trapaça.: chicana política;
5 Aut. Passagem estreita em zigue-zague no traçado da pista, para forçar os pilotos a reduzirem a velocidade dos veículos.
[F.: do fr. chicane 'id', derivado regressivo de chicaner 'perseguir na justiça'. Sin. nas acps. 1 e 2: chicanice. Hom./Par.: chicana (sf.), chicana (fl. de chicanar)]
A palavra associada é:
Chicaneiro ou chicanista a.
1 Que faz chicanas, que se aproveita de detalhes ou aspectos técnicos da lei ou de um regulamento para criar situação vantajosa ou se livrar de adversidades (advogado chicaneiro);
2 Diz-se do que é ou resulta de chicana(s), de ardis, maquinações, trapaças (manobra chicaneira);
3 Que se atém ou dá atenção exagerada, mesquinha ou distorcida aos detalhes e tecnicalidades de uma situação, em prejuízo da boa, rápida e justa resolução das questões mais importantes;
4 Que usa argumentos palavrosos, ou bem construídos mas sem boas intenções (discurso chicaneiro).
sm.
5 Pessoa chicaneira.
Exemplo:
Ele acusou a Justiça de lenta e chicaneira.
Chicana sf.
1 Jur. Ação ou resultado de impedir ou dificultar o andamento de um processo, com argumento ou questão irrelevante, ligada a aspectos técnicos ou a sutilezas e detalhes das leis;
2 Uso abusivo, distorcido, das formalidades, tecnicidades e sutilezas próprias ao funcionamento da justiça ou, p.ext., de outras instituições e atividades;
3 P.ext. Argumentação ou contestação ou outra ação judicial feita com má fé; qualquer astúcia ou trapaça em litígios judiciais: Um advogado que abusa das chicanas;
4 P.ext. Ação capciosa, manobra de má-fé; ardil; fraude; tramoia; trapaça.: chicana política;
5 Aut. Passagem estreita em zigue-zague no traçado da pista, para forçar os pilotos a reduzirem a velocidade dos veículos.
[F.: do fr. chicane 'id', derivado regressivo de chicaner 'perseguir na justiça'. Sin. nas acps. 1 e 2: chicanice. Hom./Par.: chicana (sf.), chicana (fl. de chicanar)]
A palavra associada é:
Chicaneiro ou chicanista a.
1 Que faz chicanas, que se aproveita de detalhes ou aspectos técnicos da lei ou de um regulamento para criar situação vantajosa ou se livrar de adversidades (advogado chicaneiro);
2 Diz-se do que é ou resulta de chicana(s), de ardis, maquinações, trapaças (manobra chicaneira);
3 Que se atém ou dá atenção exagerada, mesquinha ou distorcida aos detalhes e tecnicalidades de uma situação, em prejuízo da boa, rápida e justa resolução das questões mais importantes;
4 Que usa argumentos palavrosos, ou bem construídos mas sem boas intenções (discurso chicaneiro).
sm.
5 Pessoa chicaneira.
Exemplo:
Ele acusou a Justiça de lenta e chicaneira.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Tempo seco 4
Sábado, final da tarde, e noto algo que traz alguma esperança: há nuvens no céu, depois de muitos dias de céu limpo.
Ao anoitecer, o céu está totalmente nublado, e outra presença se faz notar: o vento mais forte, em rajadas. Aquela frente fria está lá longe, no litoral.
São condições que, somadas, já foram prenúncios de “virada” no tempo.
Pensei que, finalmente, a tão esperada chuva viria para nos presentear com aquele gostoso cheiro de terra molhada.
Vou dormir mais contente, mas ao mesmo tempo mais preocupado. No domingo, logo cedo, o pintor virá para terminar alguns recortes e passar o grafite no quintal e na calçada. Mas isso só será feito se tudo estiver seco...
Sentimentos conflitantes: uma parte quer matar a saudade da chuva, e outra parte quer ver o serviço terminado.
Amanhece e constato que a chuva não veio, e o céu está mais limpo do que nunca.
O pintor veio, mas um de seus pincéis sumiu. Inadvertidamente, deve ter ido para o lixo. Ele disse que iria buscar outro em sua casa e voltaria em seguida.
Ele apareceu por aí? Não? Então, nem por aqui.
Continuo esperando. O pintor e a chuva.
Ao anoitecer, o céu está totalmente nublado, e outra presença se faz notar: o vento mais forte, em rajadas. Aquela frente fria está lá longe, no litoral.
São condições que, somadas, já foram prenúncios de “virada” no tempo.
Pensei que, finalmente, a tão esperada chuva viria para nos presentear com aquele gostoso cheiro de terra molhada.
Vou dormir mais contente, mas ao mesmo tempo mais preocupado. No domingo, logo cedo, o pintor virá para terminar alguns recortes e passar o grafite no quintal e na calçada. Mas isso só será feito se tudo estiver seco...
Sentimentos conflitantes: uma parte quer matar a saudade da chuva, e outra parte quer ver o serviço terminado.
Amanhece e constato que a chuva não veio, e o céu está mais limpo do que nunca.
O pintor veio, mas um de seus pincéis sumiu. Inadvertidamente, deve ter ido para o lixo. Ele disse que iria buscar outro em sua casa e voltaria em seguida.
Ele apareceu por aí? Não? Então, nem por aqui.
Continuo esperando. O pintor e a chuva.
Calou-se a voz do Primeira Hora
Na Folha:
Íntegra aqui.
06/09/2010 - 00h00
Lourival Nascimento Pacheco (1935 - 2010) - A voz da "Primeira Hora" de SP
Em 1983 eu estava me preparando para o vestibular de engenharia. Minha mãe, professora, ia para a escola e me deixava em frente ao prédio onde funcionava o cursinho.
O fusquinha verde oliva (seu apelido na turma era Osório, pois se parecia, pela cor, com um dos carros de combate do Exército) só tinha o rádio AM. Logo ao entrar no carro, eu sintonizava uma rádio que retransmitia o Primeira Hora.
Lembro-me de ouvir o Lourival dizendo que os "passaros de prata" da ponte aérea pousavam e decolavam normalmente no Aeroporto de Congonhas. Naquele tempo, ainda operavam os Lockheed L-188 Electra, turboélice com quatro motores. Este modelo foi exclusivo na ponte aérea de 1975 a 1991.
Segundo a lenda, dizia-se que, se necessário, ele poderia voar só com um dos motores, caso os outros três falhassem. Não sei se isso aconteceu alguma vez, mas não me lembro de casos de acidentes com esses aviões na história da rota São Paulo-Rio.
Na Wikipedia há uma página sobre o Electra.
Para lembrar desse avião, segue uma foto que tirei de www.jetsite.com.br. Para quem gosta de aviões, como eu, este site é bem interessante.
Ela mostra um dos Electra da Varig, o PP-VJM. Ao fundo, notem a cidade de São Paulo, vista do pátio de Congonhas. Uma viagem ao passado.
Íntegra aqui.
06/09/2010 - 00h00
Lourival Nascimento Pacheco (1935 - 2010) - A voz da "Primeira Hora" de SP
Em 1983 eu estava me preparando para o vestibular de engenharia. Minha mãe, professora, ia para a escola e me deixava em frente ao prédio onde funcionava o cursinho.
O fusquinha verde oliva (seu apelido na turma era Osório, pois se parecia, pela cor, com um dos carros de combate do Exército) só tinha o rádio AM. Logo ao entrar no carro, eu sintonizava uma rádio que retransmitia o Primeira Hora.
Lembro-me de ouvir o Lourival dizendo que os "passaros de prata" da ponte aérea pousavam e decolavam normalmente no Aeroporto de Congonhas. Naquele tempo, ainda operavam os Lockheed L-188 Electra, turboélice com quatro motores. Este modelo foi exclusivo na ponte aérea de 1975 a 1991.
Segundo a lenda, dizia-se que, se necessário, ele poderia voar só com um dos motores, caso os outros três falhassem. Não sei se isso aconteceu alguma vez, mas não me lembro de casos de acidentes com esses aviões na história da rota São Paulo-Rio.
Na Wikipedia há uma página sobre o Electra.
Para lembrar desse avião, segue uma foto que tirei de www.jetsite.com.br. Para quem gosta de aviões, como eu, este site é bem interessante.
Ela mostra um dos Electra da Varig, o PP-VJM. Ao fundo, notem a cidade de São Paulo, vista do pátio de Congonhas. Uma viagem ao passado.
domingo, 5 de setembro de 2010
Homem e Meio – um é produto do outro?
Por um lado, o homem é um produto do meio, segundo uma leitura da teoria existencialista.
Sartre cunhou primeiramente o conceito “a existência precede e governa a essência”.
O indivíduo, no princípio, somente tem a existência comprovada. Com o passar do tempo ele incorpora a essência em seu ser, não existindo uma essência pré-determinada.
Com esta frase, os existencialistas rejeitam a idéia de que há no ser humano uma alma imutável, desde os primórdios da existência até a morte. Esta essência será adquirida através da sua existência. O indivíduo por si só define a sua realidade.
Em 1946, no "Club Maintenant" em Paris, Jean Paul Sartre pronuncia uma conferência, que se tornou um opúsculo com o nome de "O Existencialismo é um Humanismo". Nele, ele explica a frase acima:
"... se Deus não existe, há pelo menos um ser, no qual a existência precede a essência, um ser que existe antes de poder ser definido por qualquer conceito, e que este ser é o homem ou, como diz Heidegger, a realidade humana. Que significa então que a existência precede a essência? Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. O homem, tal como o concebe o existencialista, se não é definível, é porque primeiramente é nada. Só depois será, e será tal como a si próprio se fizer."
Mas, por outro lado, o meio é produto do homem? O mundo como o vemos é produto da ação sistemática e voluntária do homem?
Segundo Durkheim, o homem é produto do meio, e ele cumpre à risca as regras impostas pela sociedade. Assim, o homem é mais influenciado pelo meio do que o meio pelo homem.
O homem precisa de leis para viver em sociedade, com regras e coerção, pois se não houvesse leis, a sociedade estaria doente. A coerção social, por sua vez, é o remédio da sociedade, é a força que os fatos exercem sobre os indivíduos, levando-os a se conformar com as regras da sociedade. O grau de coerção se torna evidente com a sanção, que é dividida entre sanções legais, que são as prescritas pela sociedade sob forma de leis, e as sanções espontâneas são as que surgem em decorrência de condutas não adaptadas pela sociedade (costumes).
Esse nó filosófico vem atormentando os pensadores desde a Grécia antiga, e não sei se conseguiremos chegar a um consenso, pois este traz em si o germe da unanimidade, e toda unanimidade é essencialmente burra.
Mas alguns exemplos podem reforçar a tese de que uma parcela do meio, no caso, o meio ambiente, é produto do homem. O que me dizem a respeito?


Sartre cunhou primeiramente o conceito “a existência precede e governa a essência”.
O indivíduo, no princípio, somente tem a existência comprovada. Com o passar do tempo ele incorpora a essência em seu ser, não existindo uma essência pré-determinada.
Com esta frase, os existencialistas rejeitam a idéia de que há no ser humano uma alma imutável, desde os primórdios da existência até a morte. Esta essência será adquirida através da sua existência. O indivíduo por si só define a sua realidade.
Em 1946, no "Club Maintenant" em Paris, Jean Paul Sartre pronuncia uma conferência, que se tornou um opúsculo com o nome de "O Existencialismo é um Humanismo". Nele, ele explica a frase acima:
"... se Deus não existe, há pelo menos um ser, no qual a existência precede a essência, um ser que existe antes de poder ser definido por qualquer conceito, e que este ser é o homem ou, como diz Heidegger, a realidade humana. Que significa então que a existência precede a essência? Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. O homem, tal como o concebe o existencialista, se não é definível, é porque primeiramente é nada. Só depois será, e será tal como a si próprio se fizer."
Mas, por outro lado, o meio é produto do homem? O mundo como o vemos é produto da ação sistemática e voluntária do homem?
Segundo Durkheim, o homem é produto do meio, e ele cumpre à risca as regras impostas pela sociedade. Assim, o homem é mais influenciado pelo meio do que o meio pelo homem.
O homem precisa de leis para viver em sociedade, com regras e coerção, pois se não houvesse leis, a sociedade estaria doente. A coerção social, por sua vez, é o remédio da sociedade, é a força que os fatos exercem sobre os indivíduos, levando-os a se conformar com as regras da sociedade. O grau de coerção se torna evidente com a sanção, que é dividida entre sanções legais, que são as prescritas pela sociedade sob forma de leis, e as sanções espontâneas são as que surgem em decorrência de condutas não adaptadas pela sociedade (costumes).
Esse nó filosófico vem atormentando os pensadores desde a Grécia antiga, e não sei se conseguiremos chegar a um consenso, pois este traz em si o germe da unanimidade, e toda unanimidade é essencialmente burra.
Mas alguns exemplos podem reforçar a tese de que uma parcela do meio, no caso, o meio ambiente, é produto do homem. O que me dizem a respeito?


Palavra do dia
A palavra do dia é:
Fraudar v.
1 Cometer fraude em prejuízo de (pessoa física ou jurídica). [td.]
2 Falsificar, adulterar. [td.]
3 Agir com o intuito de iludir, ludibriar. [td.]
4 Fazer contrabando de; contrabandear. [td.]
5 Fazer fracassar; frustrar. [td.]
A palavra associada é:
Fraude sf.
1 Ação desonesta realizada com o propósito de enganar alguém ou burlar regras e leis vigentes .
2 Falsificação de marca, produtos patenteados, documentos etc.
3 Contrabando.
4 Fig. Aquilo ou aquele que não é verdadeiro.
Exemplo: O documento foi fraudado.
Fraudar v.
1 Cometer fraude em prejuízo de (pessoa física ou jurídica). [td.]
2 Falsificar, adulterar. [td.]
3 Agir com o intuito de iludir, ludibriar. [td.]
4 Fazer contrabando de; contrabandear. [td.]
5 Fazer fracassar; frustrar. [td.]
A palavra associada é:
Fraude sf.
1 Ação desonesta realizada com o propósito de enganar alguém ou burlar regras e leis vigentes .
2 Falsificação de marca, produtos patenteados, documentos etc.
3 Contrabando.
4 Fig. Aquilo ou aquele que não é verdadeiro.
Exemplo: O documento foi fraudado.
Certas coisas que acontecem conosco
Certas coisas acontecem conosco, e pensamos que estamos em algum tipo de inferno astral. Os “especialistas” dizem que esse período ocorre pouco antes do aniversário, só que o meu foi em junho...
Há alguns dias, bateram no para-choque do meu carro. Uma pick-up, ao manobrar, abriu um rombo na lâmina de plástico com o engate de carreta.
Lá se foi minha condução para a oficina. A pessoa, consciente e generosa, emprestou-me o seu próprio carro enquanto durou o conserto. Por sorte, praticamente nem precisei usá-lo.
O carro ficou pronto, devolvi o carro emprestado, peguei o meu, conferi o serviço e fui embora, todo feliz. Até aí, tudo bem.
Estacionei em frente à minha casa, do outro lado da rua, pois precisaria sair logo em seguida. Demorei apenas alguns minutos e, ao sair, deparei-me com uma cena comum: meu vizinho estava tirando seu carro da garagem.
Voltei-me para a porta de casa, para impedir que minha pit-bull saísse para um “passeio” na calçada. Tudo absolutamente normal.
Mas a surpresa estava a caminho.
Ao olhar novamente para a rua, o Uno começou a aproximar-se perigosamente de meu carro, limpinho e encerado.
Não deu nem tempo de pensar em gritar. Lá veio aquele barulho tenebroso, e surgiu um “belo amassado” bem no meio da porta do motorista.
Serão mais alguns dias de dor de cabeça, esperando que meu carro passe novamente pelo “estaleiro”. Foram menos de 50 minutos de satisfação.
Parece encomenda, não é mesmo?
Há alguns dias, bateram no para-choque do meu carro. Uma pick-up, ao manobrar, abriu um rombo na lâmina de plástico com o engate de carreta.
Lá se foi minha condução para a oficina. A pessoa, consciente e generosa, emprestou-me o seu próprio carro enquanto durou o conserto. Por sorte, praticamente nem precisei usá-lo.
O carro ficou pronto, devolvi o carro emprestado, peguei o meu, conferi o serviço e fui embora, todo feliz. Até aí, tudo bem.
Estacionei em frente à minha casa, do outro lado da rua, pois precisaria sair logo em seguida. Demorei apenas alguns minutos e, ao sair, deparei-me com uma cena comum: meu vizinho estava tirando seu carro da garagem.
Voltei-me para a porta de casa, para impedir que minha pit-bull saísse para um “passeio” na calçada. Tudo absolutamente normal.
Mas a surpresa estava a caminho.
Ao olhar novamente para a rua, o Uno começou a aproximar-se perigosamente de meu carro, limpinho e encerado.
Não deu nem tempo de pensar em gritar. Lá veio aquele barulho tenebroso, e surgiu um “belo amassado” bem no meio da porta do motorista.
Serão mais alguns dias de dor de cabeça, esperando que meu carro passe novamente pelo “estaleiro”. Foram menos de 50 minutos de satisfação.
Parece encomenda, não é mesmo?
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Palavra do dia
A palavra é:
Soberba sf.
1 Orgulho desmedido; arrogância; presunção.
2 Elevação, altura de uma coisa em relação a outra.
Penso que não precisamos de exemplo. Basta saber ler, e nem precisa ser nas entrelinhas.
Soberba sf.
1 Orgulho desmedido; arrogância; presunção.
2 Elevação, altura de uma coisa em relação a outra.
Penso que não precisamos de exemplo. Basta saber ler, e nem precisa ser nas entrelinhas.
A verdadeira teia de aranha
Outra daquelas manhãs bastante ensolaradas, com vento insistente e secura de deserto. Nem precisaria citar que o céu está de um "profundo" azul pálido, pois ele já se tornou uma onipresença garantida neste "inverno".
Caminho até a padaria para buscar o tradicional pãozinho.
Ao passar por entre um muro e uma árvore, sinto aquela sensação estranha e desagradável: uma teia de aranha gruda-se nos braços e no peito.
Segue-se então aquele frenético balé, passando as mãos nos braços e na roupa, tentando retirar essa estranha entidade que existe, mas que parece não estar lá. Geralmente, só a percebemos depois de nos enrolarmos nela.
Essa é mais uma das muitas ocasiões em que isso aconteceu.
Sou um mestre premiado em encontrar teias de aranha pelos caminhos, tanto urbanos, quanto rurais.
Ainda bem que os atuais aracnídeos não nos têm como presas.
Caminho até a padaria para buscar o tradicional pãozinho.
Ao passar por entre um muro e uma árvore, sinto aquela sensação estranha e desagradável: uma teia de aranha gruda-se nos braços e no peito.
Segue-se então aquele frenético balé, passando as mãos nos braços e na roupa, tentando retirar essa estranha entidade que existe, mas que parece não estar lá. Geralmente, só a percebemos depois de nos enrolarmos nela.
Essa é mais uma das muitas ocasiões em que isso aconteceu.
Sou um mestre premiado em encontrar teias de aranha pelos caminhos, tanto urbanos, quanto rurais.
Ainda bem que os atuais aracnídeos não nos têm como presas.
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